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Desde: 08/07/2003      Publicadas: 6      Atualização: 09/07/2009

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 R.G

  01/03/2009
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"Quando você faz uma cena de amor, você faz o máximo possível para as pessoas acreditarem que você está amando". - Carmo Dalla Vecchia

O Favorito: Entrevistamos Carmo Dalla Vecchia, o homem do momento. Confira a entrevista!

R.G. Carmo Dalla Vecchia



"Quando você faz uma cena de amor, você faz o máximo possível para as pessoas acreditarem que você está amando". - Carmo Dalla Vecchia



Educado e atencioso, Carmo Dalla Vecchia é o galã do momento. No auge de sua carreira, com o término das gravações como o jornalista Zé Bob de A Favorita (último sucesso em horário nobre) , personagem que o colocou no patamar das estrelas de primeira grandeza na Rede Globo, o ator respondeu a todas as perguntas com extrema franqueza e sensibilidade. Ao todo, são dez novelas, três minisséries e dois filmes. Com o término da novela em que era protagonista, em apenas três horas teve de se despedir da personagem e incorporar Martim Afonso na 27ª Encenação da Fundação da Vila de São Vicente. Nesta entrevista, ele fala sobre sua carreira e sobre os beijos que dava em Claudia Raia na novela. Confira!


RESENHANDO " Você tem consciência de que hoje é o homem mais cobiçado da TV?
CARMO DALLA VECCHIA " (risos) Não tenho essa consciência, não! Tem muita gente boa por aí. Não sou o mais cobiçado, não... Tem muita gente boa. Em A Favorita, mesmo, já tiveram várias pessoas geniais. E no Brasil existem pessoas maravilhosas.


RESENHANDO - A que você atribui o sucesso de A Favorita, que começou patinando no ibope e terminou como um fenômeno de audiência?
C. D. V. - Uma grande ousadia do texto, uma direção de qualidade. Acredito que o grande mérito, sempre, de uma boa história, é o que está sendo contado. Então, se eu fosse citar uma única pessoa, eu destacaria quem escreveu a história.


RESENHANDO " Qual a sua avaliação sobre esse trabalho?
C. D. V. - Foi uma trama que surpreendeu a todos. Quando iniciou A Favorita, as pessoas não estavam acostumadas com uma mocinha que parece bandida, e uma bandida que parece mocinha, né? É a própria dificuldade que as pessoas têm de enxergar o real, que está ao nosso lado. Porque o bandido nem sempre vem com uma arma na mão, nem sempre está dessa forma. Às vezes, está sob o disfarce de uma menina linda de olhos claros. Acho que esta novela teve essa ousadia de mostrar a realidade de uma forma muito mais concreta.


RESENHANDO - O Zé Bob foi sua consagração na TV?
C. D. V. - Não acho que ele seja minha consagração, porque já fiz vários personagens, e por mais que ele tenha o maior ibope de todos, eu só cheguei a ele pelo trabalho que foi executado até aqui.


Confira a entrevista na íntegra no Resenhando.com





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